Já que aqui se fala em regressos de blogs e de Dora às luzes da ribalta, decidi fazer este post acerca de outra coisa que toda a gente julgava morta à muito tempo. E não, não estou a falar do Anne Frank, da Lili Caneças, ou da cabeleira do Manuel Joaquim. Estou a falar desse animal chamado Twitter!
O Twitter foi bicho que durou pouco tempo. Teve a sua Golden Age mal apareceu, e a partir daí foi sempre decaindo, também graças ao exponencial crescimento desse predador de redes sociais de nome Facebook.
Os principais adeptos e entusiastas desse passarinho azul eram a minha pessoa e Joaquim Campos, tendo Cesarinny a.k.a. Bruno Águas a.a.k.a. Brunus Ceasar surgido algum tempo depois na área.
Os restantes funileiros não se davam com estas modernices, principalmente Xics, que continuava a guardar o seu pé-de-meia debaixo do colchão do irmão, almejando o dia em que ia dançar agarrado à sogra na festa de Burnt Car (Carro Queimado, em osorbênse).
Voltando ao que interessa. O Twitter ressuscitou, e para espanto das personalidades estrangeiras e nacionais que vão para lá mandar papaias inúteis, eis que algo brilha no horizonte: McLovin.
Deixo aqui o link para poderem absorver o conhecimento vindo deste génio, deste colosso da sabedoria, e acima de tudo, deste bon-vivant que adora ir ao Carvalhinho ter com as suas amigas brasileiras (para conversarem acerca do estado do país e essas merdas, como é lógico)

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